A lua.
Imponente se mostra
No começo da noite
Sobe ao céu
Com toda sua magnitude,
Com suas crateras
Que, vistas da terra,
Mais parecem poros.
Lá está ela!
Amantes da noite
Banham-se em seu brilho,
Desabrigados
Refugiam-se em sua luz
Os bichos
Repousam sob sua proteção
E o poeta
Que é bicho, desabrigado e amante
Chora ao vê-la partir pela manhã.
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